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Jul 19, 2022
Episódio #07: Pixel Hunters e os metaversos do Fortnite
Episódio #07: Pixel Hunters e os metaversos do Fortnite
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Transcript
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[música de introdução] Seja bem-vindo ao Com Limão Drops.
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Eu sou o Victor Vasquez e hoje nós vamos falar sobre metaverso, games e um pouquinho de mercado. Hoje conto com a presença aqui de Henrique Mancini, ou também conhecido na internet como Charxok.
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Ele que é fundador da Pixel Hunters. Charxok, seja bem-vindo. Obrigado, obrigado. É um prazer tá aqui conversando com você.
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Espero que a gente esclareça também algumas dúvidas que às vezes a galera tem sobre esse mundo e conte um pouco mais aí da, da Pixel Hunters.
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Charxok, ééé, antes da gente entrar na Pixel Hunters, eu quero que você conte um pouquinho da sua trajetória. É, eu tô te chamando aqui de Charxok, né?
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Foi até engraçado que antes da gente iniciar a conversa, eu perguntei: "A gente te chama de Henrique, te chama de Charxok?" [riso] É, porque muita gente te conhece, né?
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É um canal com mais de um milhão de inscritos, só que você também tem esse outro chapéu, que é o Henrique, é o cara formado em Publicidade, é o cara que tem uma trajetória na área de comunicação.
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Como que foi chegar até aqui? Então, essa é umaaa, uma história que ela é, ela é interessante porque ela, muitas vezes as pessoas falam: "Meu, como que cê fez isso, né?
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Cê tava dentro de Publicidade, depois cê foi pra cliente, né", que a gente fala porque eu trabalhava na Danone, né.
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Eu trabalhei primeiro na Thomson, é, depois eu fui pra-- eu trabalhei em pesquisa de mídia, depois mídia dentro da Thomson, aí fui pra Danone. Na Danone eu fiquei lá um ano e meio, mais ou menos.
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Dali eu fui pra Arcor, e aí na Arcor que surgiu o canal. E aí muita gente fala: "Meu, como que foi isso? Você decidir largar e criar o Charxok e chegar a essa marca?"
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E aí a minha resposta é sempre que não foi algo tão premeditado quanto as pessoas pensam ou como talvez pareça pra muita gente olhando de fora, né?
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Como se eu tivesse feito um grande plano, assim, é, de "pô, vou largar agora e vou criar o canal". Não, não foi tão assim, né.
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Então, primeiro na agência lá foi legal porque, pô, é uma experiência-- era a minha expe-primeira experiência de trabalho, né, eu fiz Publicidade e Propaganda na ECA, me formei lá.
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Enquanto eu ainda tava na ECA, eu comecei a estagiar na Thomson eee foi uma experiência incrível assim, porque era uma, um primeiro emprego e foi, assim, eu tive muita sorte das pessoas que me contrataram lá, que foi o Pedro, né, que era o meu chefe direto, o Dabur, que era o chefe dele, né?
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[riso] E assim, pô, o cara me acolheu mesmo, foi um negócio muito legal. Então foi, foi uma primeira experiência muito positiva e eu não pretendia muito sair, eu só tava tentando encontrar onde eu me encaixava melhor.
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Então eu tava na pesquisa de mídia e depois eu fui pra mídia com outro chefe, que chamava André, que também hoje, curiosamente, trabalha na Twitch.
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Então, é, uma pessoa que fez um caminho que acabou sendo de alguma forma relacionado ao meu. E bom, aí eu tava, fui, fui pra Danone porque pensei: "Pô, acho que é cliente que eu tenho mais afinidade".
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Fiquei na Danone, aprendi um monte de coisa, só que eu trabalhava numa questão lá que era, é, era com fórmula infantil, né.
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Então era aqueles, aquela-- uma fórmula infantil substitui o leite materno caso a mãe não consiga amamentar, enfim. Era, então eu não tinha muita afinidade com isso, né. E aí eu fui ta-tando de pulo em pulo.
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Bom, cheguei na Arcor e lá foi que eu decidi que, pô, eu fala-- meu, eu sempre joguei, eu queria fazer um canal e compartilhar com as pessoas essa experiência e essa sensação que eu tenho quando eu jogo, que era, isso era o, o foco, assim.
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Eu gostava muito de jogar e foi quando saiu o Fortnite. E quem, na verdade, me apresentou o Fortnite foi um amigo da Danone, na época que eu tava nessa mudança da Danone pra Arcor.
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E eu lembro que na época não rodava direito, mas eu juntei lá meus dinheiro de estagiário, eu comprei um computador e eu fui fazendo em paralelo, né.
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Então foi, foi uma coisa assim, eu trabalhava na Arcor, quando eu chegava em casa eu falava: "Pô, agora eu quero fazer um negócio que, sei lá, que eu tô com vontade de fazer, né, deixa eu criar aqui uma coisa minha", e aí eu fui fazendo os vídeos.
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O meu irmão ele já editava vídeo porque ele tinha um canal pequenininho de um jogo chamado Transformice, que era um jogo beeem de browser assim, mas ele já editava vídeo pra esse canal há uns três, quatro anos.
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Aí ele viu que, assim, eu jogava bem o jogo, mas, e eu tava tentando gravar, mas eu não sabia editar. Aí ele falou: "Meu, deixa eu te ajudar aqui a editar os vídeos".
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E aí nessa junção entre eu e ele, o negócio explodiu de uma forma astronômica, assim. Teve uma época que o canal crescia cinco mil pessoas por dia, até o momento que eu falei: "Pô!" Eu comecei a entender de AdSense, né.
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Eu sabia um pouco por conta da publicidade e tal, mas ainda era meio nebuloso isso, como é na maior parte, na cabeça da maior parte das pessoas, né.
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Como se ganha dinheiro na internet, como que funciona a parte do mercado, né, é, relacionada a isso, ainda pensando que foi, isso foi alguns anos atrás já, né, então era tudo muito nebuloso, assim.
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Eu fui criando pela paixão, nunca mirando virar um trabalho. E acabou que num momento eu percebi que poderia ser o meu trabalho, entendi como funcionava a parte financeira da coisa e larguei aí a,
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a minha carreira tradicional, digo assim. Mas eu não gosto de falar isso quando perguntam, que eu larguei a carreira tra-a carreira tradicional, entre aspas, porque eu, eu sinto como uma conexão, entendeu?
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Uma continuidade. Eu não vejo esse rompimento tão, tão nítido quando, como as pessoas colocam assim, quando eu conto a história.
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É, isso era até uma, você respondeu um pouco da pergunta que eu tinha pra te fazer agora em seguidaMas você faz parte de uma geração que tornou essa diversão dos games um trabalho. Uhum.
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Então não tem tanto essa ruptura, né?
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A pergunta que eu ia te fazer é se você imaginava que esse cenário, que você ia chegar a isso, é, um ponto-- eu tô fazendo aqui a minha colinha, né, um ponto trinta e dois milhões de pessoas. É, é gente pra caramba, né?
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É, cê-- teve um-uma época que eu tinha até um pouco de medo, sabia, desse número. Eu falava: "Meu, é muita gente". E aí começou a crescer tanto, tanto, tão rápido que cê fica até receoso. Você fala: "Meu,
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coisa louca, será que eu vou dar conta disso?" Tipo, as pessoas começaram a me reconhecer nos lugares, coisa que nunca aconteceu antes na vida, né? Então, ia no shopping e o menino chorava, olhava pra mim e chorava.
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Teve uma vez que foi engraçado que tava eu, minha mãe e o menino. O menino olhou pra mim e começou a chorar. Minha mãe olhou o menino chorando e começou a quase chorar.
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E aí, pô, eu ver minha mãe olhar o menino chorar, aí começou um looping de choro ali.
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[riso] Eu falei, pô, ver minha mãe emocionada daquele jeito, assim, com uma coisa que eu construí, é, me marcou, assim, esse dia e tal.
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Mas enfim, eu nunca, respondendo à pergunta, eu honestamente não imaginei, assim, que ia chegar a uma coisa tão grande, mas eu acho que também foi uma junção de três coisas, que foi, eu tava num momento propício, né, que o Fortnite tava crescendo bastante, né, e eu cresci o canal muito apoiado na, no, no Fortnite.
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Então tinha, como se, como eu digo, assim, tinha como, é, um lugar pra esse, essa cadeira de YouTuber tava aberta nesse, nesse momento, né?
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Tinha que eu era bom no jogo, eu sabia me comunicar e tinha esse, né, esse background de publicitário e tinha o meu irmão que foi fundamental.
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Eu sempre faço questão de dar um créditos pra ele, porque sem ele a gente não taria onde a gente tá em termos de Char Shock.
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Então eu falo que a galera, é, me chama de Char Shock, mas eu digo que o Char Shock são duas pessoas, que, é, na verdade, somos nós dois juntos, assim, o, a, o Char Shock como, sei lá, entidade.
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[riso] Não sei o que que ele é, na terceira pessoa. O, o Klebito, né, como é conhecido na internet, o Rodrigo, é, ele, é isso, isso que é muito legal.
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Eu sei um pouco porque eu fiz um pouco esse caminho também muito parecido com o que você fez. E a gente sabe que tem muita gente por trás, né, dessa, dessa câmera aí que a gente às vezes coloca.
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Você como um YouTuber, é, não é sozinho, né? Então a gente sabe que o Klebito, e agora o, o Klebito é um dos sócios da, da Pixel Hunter, e a gente vai entrar nesse, nesses pormenores em breve.
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Antes da gente entrar pra falar sobre a Pixel Hunter ainda, eu queria que você tentasse explicar pra quem tá nos ouvindo, pra quem não é da área de games, é, o que que é esse Fortnite? O que que é isso?
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[riso] O que, é, pra quem tá ouvindo a gente, que é um diretor de empresa hoje, hã, diretor da Danone, o que que é o Fortnite?
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Então, o Fortnite, ele, ele é um game, né, inserido no gênero de battle royale, né. O que que é isso? Então assim, os jogos, normalmente, a gente consegue dividir eles por categorias, né, por gêneros.
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Que nem filmes, a gente divide em drama, ação, os games a gente faz da mesma forma. Então um gênero, que é o gênero de battle royale, né, foi ali o gênero que surgiu o Fortnite.
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O gênero de battle royale é um gênero que basicamente, é, tem um mapa e caem vários jogadores nesse mapa, todos com a mesmo, o, o mesmo start, assim, os mesmos ite-- as mesmas coisas.
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Na verdade, assim, você cai sem nenhum item, né, e o seu trabalho é sobreviver. Ganha o último jogador que ficar vivo.
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Igual aquele jo-- aquele filme Jogos Vorazes, né, que eles tão colo-- são colocados numa ilha e ganha o último que ficar vivo. Esse é o gênero battle royale. E aí o Fortnite é um dos jogos battle royale.
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Mas cê fala: "Pô, já existiam outros battle royales, né, antes do Fortnite. Por que que o Fortnite,
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é, virou o Fortnite, tanto em termos de alcance, né, e de sucesso do game, mas também em termos de, né, que, que ali agora a conexão dele com a Pixel Hunter, que é oportunidades pra marcas, né, a questão mercadológica.
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Então, respondendo à primeira parte, né. O Fortnite, ele tinha um grande diferencial, ele tem, na verdade, que é a construção, né.
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Os jogadores, é, uma das habilidades que você tem, né, no seu personagem é de construir ma, é, rampas, paredes.
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Então, além de ser um tiro de jo-- um jogo de tiro, né, e você tem que eliminar o outro jogador, como muitos que já existiram, Counter-Strike, enfim, o PUBG, que é um, PUBG é do gênero battle royale, né.
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O Counter-Strike é de outro gênero, mas também de tiro. É, o, o battle royale, ele teve esse diferencial, então era uma mecânica que nunca antes tinha sido vista no, nos videogames, né.
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Então isso acho que foi o grande diferencial ali no momento em que o Fortnite, é, lançou e eu atribuo muito do sucesso dele a essa mecânica única. Não há outra experiência de battle royale como o Fortnite.
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Surgiram muitas cópias, né, surgiram jogos parecidos, mas assim, é, não dá pra você ter uma experiência muito parecida sem jogar Fortnite. Você tem que ir lá e ver com seus próprios olhos o que que é aquilo.
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Então essa é a parte um, né, do jogo ter explodido e tal. Só que além disso, o Fortnite fez uma coisa muito inteligente, que é, ele criou o modo criativo, né. O modo criativo ele é,
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hã, ele transforma o Fortnite numa plataforma, em que a gente consegue criar o, a nossa versão do jogo, o nosso mapa, a nossa,
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é, sei lá, eu quero contar a minha história customizada, eu vou lá, entro no modo criativo e eu tenho total liberdade ali pra criar issoEntão, isso é um caminho que o Minecraft já tinha meio percorrido, né, de alguma forma.
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Hoje em dia o Minecraft é famoso pelos mods que a gente fala, né. Então tem, sei lá, o PokeCraft, que é o cara pegou o Minecraft e ele criou Pokémon dentro do Minecraft, né.
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Então o Minecraft deixa de ser um jogo, tem ainda, lógico, o jogo Minecraft, mas ele é uma plataforma, né? E essa é uma grande sacada que a Epic não deixou passar.
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Então aí que entra o link com a Pixel Hunter e tal, né, que, que foi também uma coisa que a gente olhou e falou: "Pô, temos uma oportunidade aqui".
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Eu acho legal, é, a gente já falou aqui no Com Limão a respeito das oportunidades que a, que o Fortnite tem e que nos ensinou sobre market branding, né.
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É, e você tá inserido nesse, nesse cenário, foi até um, um texto que a gente fala um pouquinho da ação que teve da Ruffles, que a gente vai falar mais pra frente.
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Mas o Fortnite ele tá dentro dum cenário, de um termo que virou muito moda ultimamente, que é o metaverso. É, metaverso tem sido destaque na mídia nos últimos dois anos, nos últimos seis meses, então, mais ainda.
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Mas eu sei que rola ainda uma confusão quando a gente fala em metaverso, das pessoas pensarem muito em realidade virtual, óculos 3D, etc.
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E a Epic fez muito bem, que foi o que você falou, o modo criativo, né, ela construiu, entre aspas, esse metaverso. Ela tá indo, ô, além hoje do Battle Royale, né? Uhum.
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Ela tá construindo experiências, hã, não só de marcas, mas a gente tem, por exemplo, shows, a gente tem experiência de transmissões ao vivo, né, dentro do Fortnite. Sim. Uhum.
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A Pixel Hunter, ela já nasce como uma startup criadora de metaversos? É, eu queria fazer essa provocação a você. O que que, qual que é o papel da Pixel Hunter hoje?
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Eu quero que você vá mais a fundo, apesar de cê já ter falado um pouco.
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Então, a Pixel Hunters, ela surgiu, né, quando eu, o meu irmão e o Draust, né, que é o meu, o criador do Fortflix, a gente tava conversando e falou: "Cara,
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é, a, a questão de criação de mapas, né, e de metaversos, por que não dizer? É, ela, ela ainda, ela tava sen-- tava avançando muito, mas a gente sentia que tinha um certo amadorismo nisso, né.
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Então, é, o que eu te falei em off aqui quando a gente tava, né, testando os microfones e tal, sobre a Ruffles, aquele, aquela, aquele momento que a gente criou o mapa de Ruffles, né, foi quando meio que acendeu uma luz na nossa cabeça, de que assim, cara, dava pra criar coisas muito além do, daquilo que a gente tava criando, né.
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Pro momento em que aquilo foi criado, era absolutamente revolucionário, né, a ideia era muito legal, é, a proposta deles, né.
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Uma coisa muito, que cooperou muito pra aquele projeto ser bom, é, foi a liberdade que ele, que eles deram pra gente, né.
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Então eles confiaram muito na gente, mesmo antes da Pixel Hunters, né, foi como que, é, nesse, naquele projeto especificamente, só tava eu e o Klebito. Mas,
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e, e ali, assim, foi onde acendeu essa luz, de que assim, pô, criamos um negócio legal, pra esse momento ele é absurdo, mas dá pra ir muito além disso e dá pra profissionalizar essa criação, é, de metaversos ou de experiências dentro do Fortnite.
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Então, a Pixel Hunters ela surge exatamente v-- com essa intenção, né. É, com a intenção de falar assim: "Pô, qual é a minha habilidade como Henrique, né, Charshock? Qual é o, o que que o Klebito traz de diferencial?
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O que que o Draust traz de diferencial?"
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Então eu te disse em off antes, né, o Draust é um cara que manja su-- ele é o maior canal disparado brasileiro de criação de machimas, que a gente fala que são tipo vídeos, né, é, são como séries dentro do próprio Fortnite.
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Então ele pega as skins, que são as roupas, e dá a cada personagem uma história própria. Eles têm nomes próprios, ele cria toda uma narrativa como um diretor de, de um, de um filme, né, um, um roteirista, enfim.
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E ele tem essa expertise.
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Então a gente falou: "Pô, esse é um cara muito fera pra gente ter na equipe, né", porque a gente sabe que a ex-- é o que você disse, a experiência ela vai, o mapa ela é, o, a, é importante você ter um mapa detalhado e tudo mais, mas a gente quer contar mais do que a história só do mapa, né.
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A gente quer es-- contar uma história em formato de filme, em formato de música, em formato, em outros formatos, pra que a experiência fique cada vez mais esférica e mais completa, né.
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Então, é, esse é o objetivo da Pixel Hunters, é profissionalizar a coisa. E mais, né? Expandir as barreiras até o limite.
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É, vamo ver até onde dá pra gente criar um mapa, pô, tudo que é possível no, no, no modo criativo, né. Então, dando um contexto só pra você também.
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No modo criativo, existem vários mapas que a gente fala que tão provados no tempo. Então, existe o Deathrun. Deathrun é uma corrida de obstáculos, né. Esse é um mapa que fez muito sucesso dentro do criativo do Fortnite.
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Muitas pessoas começaram a fazer, tanto que virou tipo um subgênero do modo criativo ali, o Deathrun. Outro, é, Prop Hunt, né. Prop Hunt é um mapa em que tem duas equipes, uma delas se transforma em objeto e se esconde.
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E aí os outros, o outro time tem que descobrir quem é o jo-- aquele objeto ali é objeto mesmo ou é um criador, um, um jogador transformado naquilo. Então é um esconde-esconde, basicamente, dentro das regras do Fortnite.
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Só que ainda dá pra surgir muitos outros, né, assim, por, que mesclem Prop Hunt com um Deathrun ou enfim, ainda tem muito campo pra isso crescer, né. E é, isso é
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a, é a meta da Pixel Hunters, assim.Choque, quem tá acostumado com desenvolvimento de games, ééé, sabe que muitas vezes a gente tem ali um, um sistema que ele é praticamente padrão, né, ele é uma caixinha de criação ali.
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E é basicamente o que a Epic fez com o modo criativo. Ela deu ali uma caixinha, é, com as ferramentas e foi o que cê falou, dá pra explorar imensamente, né? Sim.
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Vocês, apesar de serem muito recentes, é, a gente já falou do projeto da Ruffles aqui, mas eu quero que a gente fale um pouquinho mais a fundo. Vocês já têm clientes de peso, assim, no portfólio.
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Então a gente tá falando de Ruffles, tá falando de Renner. Mais recentemente, cês fizeram o lançamento de Samsung. Pra uma marca, qual que é a vantagem de ter uma ação dentro do Fortnite?
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E o que que é possível fazer hoje-- eu sei que a g-- que vocês tão pensando muito em extrapolar, mas hoje, o que que ainda é possível fazer dentro do game? Porque eu não sei, e aí cê pode me corrigir.
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Mas a gente tá falando aqui de usar uma plataforma de um terceiro, que no caso é, é a Epic, né? Uhum. Isso talvez foram poucos momentos na história da, da comunicação digital, né, hããã, funcionaram super bem.
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Ééé, eu lá atrás, eu fazia mapas, isso na época de, de pós-facul-- logo pós-faculdade, eu fiz mapa pro Second Life. Uhum. Cheguei a fazer banco dentro do Second Life, banco, banco, é, funcional, né.
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Hããã, só que a gente dependia, de novo, duma plataforma de terceiros. Uhum.
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Então, o que que dá, né, vo-- hã, retomando a pergunta, o-- qual que é a vantagem de fazer essa ação dentro do Fortnite e o que que a gente pode fazer hoje?
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Cara, eu acho que eu vou responder essa pergunta falando de três principais pontos, assim, que eu acho que tornam as ações dentro do criativo do Fortnite muito interessantes. Então,
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primeiro, eu acho que é isso que eu já falei mais ou menos, mas é a customização, assim, o nível de customização que a gente consegue ter, é, dentro desse, dessa plataforma criativa.
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Então, é, teve, teve uma ação da Samsung recente, né, do lançamento do Galaxy S22, se eu não me engano, que tem uma função que é o Nightography, né, que ele tira fotos muito bem no escuro, filma muito bem no escuro.
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Então, quando a gente recebeu esse briefing, a g-- né, é, e a gente tava f-falando sobre esse-- esse, esse mapa especificamente foi um colega nosso que fez, né, mas assim, é, só te dando um exemplo do, de como é possível essa customização.
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Eles fizeram um mapa que em alg-- era, era uma caixa exatamente igual, fiel ao produto, e tinha uma série de desafios dentro desse mapa.
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Em um determinado momento, né, ele revelava uma parte do mapa que tava escuro, conforme você ia concluindo alguns desafios. Então, assim, é, é uma customização tão precisa que torna a experiência muito massa.
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Você viver aquilo, você estar no mapa e também teve ativação através de outros influenciadores, você tá no chat vendo aquilo acontecer, é muito legal, né?
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Não é só uma peça publicitária estática ou um vídeo que nem a gente tá acostumado. Então eu acho que é o próximo passo, assim, no-- em termos de customização. É, esse é um dos pontos.
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Agora, os outros dois, né, eu, eu diria primeiro em relação a ser uma plataforma de terceiros, né.
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É, eu acho que dá pra você ver isso como uma questão não tão vantajosa, se você for ver que, pô, não é-- você não é dono daquela plataforma e tal, mas tem um lado muito positivo que é: os jogadores estão ali, né?
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Muitas vezes o público está ali. Então, uma-- eu acho que o que leva muitas marcas, às vezes, ao Fortnite é, é um público,
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é, que em geral tem, é, uma classe social elevada, porque é um jogo que demanda um videogame, um computador pra você jogar, então tem poder aquisitivo, né?
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E, e ele já está ali no modo criativo, né, ele já tá interessado naquele ambiente.
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Então, é, eu acho que é uma coisa que acaba sendo muito mais orgânica do que você interromper ali um vídeo com pre-roll, sabe, assim, no YouTube. Pá! Ou uma live stream.
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Tá, e cortar a experiência que ele tava querendo ter, né. Então ele quer assistir o, vamo por, o Klebito fazendo a stream. Beleza, e aí o Klebito tá jogando no mapa da Samsung dentro do Fortnite.
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Olha como tudo tá t-- mais mesclado ali, né? Como tudo vai de uma fo-- maneira muito mais natural do que interromper e passar um vídeo antes, né.
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E aí o terceiro ponto eu acho que é a renta-- hã, termos financeiros pra, pra própria marca, né.
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Você hoje em dia, pô, fechar um pacote TV, que nem era na época que eu trabalhava em mídia, a gente sabe que é um-- não é uma coisa barata, né. E aí, pô, é, é de-- impacta muitas pessoas, mas qual é o retorno disso, né?
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Isso dá um re-- o, o mapa, por exemplo, no-- dentro do criativo do Fortnite, a gente recebe relatórios mensais de número de jogadores, é, de tempo que o jogador passa no mapa, de número de interações dele com os dispositivos, coisas que ééé, ele, ele leu aquela mensagem, né, ele clicou no botão que aparece a mensagem ou não, dá pra, tipo, fazer uma customização e um, e, e receber um feedback do mapa muito detalhado, né.
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Então acho que são esses três. A rentabilidade, né, porque cu-- o custo é baixo pra você criar um mapa hoje em dia, comparativamente às outras, às outras formas de mídia.
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O alcance que a plataforma tem do criativo e do jogo, é, apesar de ser uma plataforma de terceiros, é onde tá grande parte do público, né.
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É, eu fiz também uma ação de Samsung há pouco tempo atrás, que foi m-- deu muito sus-- foi, tipo, super bem, eles super elogiaram, que era de, dos monitores Odyssey, né?Por quê?
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Porque eles querem saber, pô, eu tô fazendo a stream, as pessoas entram e falam: "Meu, qual é o seu monitor?" Eu entendo qual você tá, é, sei lá, mostrando, tararã, mas qual é o seu?
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Eles querem saber o que os youtubers jogam, né, eles querem-- e eu falo, meu, a gente criar um mapa do monitor, dá pra criar um monitor em detalhes ali e fazer essa, essa conexão do Fortnite com a marca.
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Então, é, a customização é esse terceiro ponto. Então acho que esses três pontos são os que me vêm aqui agora na mente. Você abordou um ponto que eu quero aprofundar, que é a resta-- é, em relação ao público, né? Uhum.
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O público do game, dos games, é, ainda existe, não só dos games, mas também do Fortnite, ainda rola um preconceito, hã, de falar: "Ah, não, é formado por criança só".
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A gente tem visto, a gente que joga, né, e, e tá no cenário, a gente percebe que a Epic tá fazendo um processo de amadurecimento do público dela, né? Uhum.
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No caso do Fortnite, é, como plataforma, né, a gente tá falando dum público que são cerca de quatro milhões de jogadores ativos diariamente, né? É gente, é muita gente, é, é um público muito expressivo, né?
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Mas eu queria que você falasse um pouquinho, quem que é esse público? O que que cê tem percebido desse público?
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É, essa percepção que eu falei agora do amadurecimento, cê tem sentido também ou ainda é um público muito mais jovem? Eu acho que quando o Fortnite explodiu e tal, era um público mais jovem, sim.
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Eu vejo até pelos eventos que a gente participava e tal, mas eu acredito que isso tá acontecendo, esse amadurecimento do, do público, tanto pelo tempo passar mesmo, né.
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O Fortnite, pô, foi lançado há, sei lá, foi 2018, se eu não me engano, 2017, por aí. Então, o tempo, a, a, os jogadores que começaram lá, naturalmente vão envelhecendo, mas eu acho que entra, sim, novos jogadores, é,
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que são mais velhos. E pra mim, essa experiência do modo criativo, né, ela, ela também abre essa porta pra uma coisa diferente do Battle Royale, que pode interessar um público mais velho, né.
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Então, eu tenho amigos, por exemplo, que começaram a jogar Fortnite por um mapa criativo e amigos da minha idade, né, 29 anos, e eles ficaram pelo mapa criativo.
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Curiosamente, eles não têm interesse em jogar o Battle Royale. Eu falo: "Vamo jogar o Battle Royale". "Não, não gosto, eu não sou muito bom".
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Agora eles lançaram, por exemplo, o modo sem construção, né, dentro do Fortnite. Olha que coisa mais louca. Eu lembro que quando saiu essa notícia, eu falei: "Os caras tão loucos.
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Tiraram do Fortnite o que fez o Fortnite explodir". E aí, pô, recorde de jogador.
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É, teve, se eu não me engano, a segundo melhor lançamento de temporada foi na temporada lançamento do Zero Build no, no Brasil, falando em dados de Brasil, né.
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Então, em número de jogadores, aí cê fala: "Meu, isso aí é incrível, é incrível". Os caras tiraram a construção
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e o jogo bombou ainda mais, porque às vezes esse cara, pô, que é um pouco mais velho e tem um trabalho e chega em casa à noite, ele quer lá, pô, jogar pra se divertir, ele não tinha mesmo tempo pra dedicar ao jogo que um menino tem.
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Então ele não conseguia acompanhar tanto aquela mecânica de construção muito elaborada. E aí essa versão Zero Build, né, que eles chamam, é um, meu, é um, é convidativo, né?
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Tive amigos também, começaram a jogar Fortnite no Zero Build e não jogam o modo com construção, não gostam de jogar, né.
27:45
E, e aí também, acho que é mais um fator que faz o público ficar cada vez menos composto por crianças, né. Então, a-- mas acho que, assim, o preconceito ainda existe, né?
27:56
Porque quando você olha no Fortnite de maneira geral, você vê lá, pô, tem skins, hã, que são, tem pra, pra crianças mesmo. Por exemplo, entrou parceria, sei lá, alguma parceria que é mais voltada pro público infantil.
28:10
Mas a, do mesmo jeito, entra o Indiana Jones, entra o Star Wars, entra coisas que não necessariamente são para o público infantil, entendeu?
28:19
Pode ser que uma criança goste, mas tem muito adulto que curte Star Wars, que cui-- curte Indiana Jones. E às vezes uma criança nem sabe o que é.
28:28
Shock, Indiana Jones tá pra sair o novo, Star Wars saiu muita coisa, mas eu acho que a maior parceria que representa o público mais velho foi sair uma skin de Robocop. Então, exatamente, exatamente.
28:43
[riso] Não, e é, e é legal isso. A Epic não deixa, não abandona de nenhuma forma. Ele, muito pelo contrário, eles tão ali de olho nas pessoas mais velhas, soltando, é, modos pras pessoas mais velhas e tal.
28:58
E eu acho irado. Eu, particularmente, gosto muito mais de jogar o Zero Build agora. [riso] A galera vai ouvir e falar: "Pô, Shock, abandonou o modo de construção". Vou fazer o quê? Eu me divirto mais.
29:10
[riso] Polêmica: Shock não joga o modo construção. [riso] [música alegre] Shock, a gente vai seguindo pro nosso fim do bate-papo. É um bate-papo rapidinho mesmo.
29:28
É, se deixar, a gente fica falando sobre isso, é, durante horas, mas eu queria mais contar um pouquinho, contar um pouquinho da Pixel Hunter.
29:38
E eu que-- eu sei que vocês são superrecentes, mas eu quero falar um pouquinho de futuro. Como que você vê, primeiramente, o futuro desse mercado, tá? E como que você vê o futuro da Pixel Hunters?
29:50
O que que vocês esperam atingir? Qual que é o sonho, é, com essa nova startup? O que que vocês olham lá pra frente e fala assim: "Eu quero que a Pixel Hunter seja isso"? Essa pergunta é legal.
30:02
Eu já tenho a resposta, porque, claro, né, quando você tá nesse estágio de, ah, de iniciar uma jornada nova, que nem a Pixel Hunters, essas perguntas eu acho que elas têm que tá bem claras na, na cabeça de quem inicia.
30:14
Então, eu acho que assim, nível espera atingir, né, então é uma coisa mais assim curto prazo, eu considero, é a gente fazer o que a gente tá fazendo agora, né.
30:24
EntãoMostrar pras marcas que o que é possível, fechar novas parcerias em nível, é, Brasil, eu considero.
30:34
É, então eu acho que a gente tá cumprindo bem pro tempo de lançamento da Pixel Hunters, a gente já ter feito uma ação com Samsung do tamanho que foi e outra, com os resultados que foram, né, que foram muito bons.
30:45
Ééé, eu tô superfeliz, assim, eu tô super, é, contente com o que tá acontecendo.
30:51
E em termos de grande sonho, né, existem empresas parecidas já no exterior que criam, por exemplo, parcerias da Epic oficial dentro do jogo. Então vou te dar um exemplo, NBA, né?
31:06
A gente tava tendo NBA Finals recentemente e rolou ali uma ação entre Epic Games e NBA que foi feito dentro do criativo.
31:16
Então eles criaram todo um cenário, logo da NBA e tal, e os jogadores entravam nesse, nesse mapa e votavam em um de trê- de três emotes disponíveis que tinham.
31:27
E o emote mais votado entrava lá na loja pros jogadores comprarem e eram, é, emotes de momentos, é, clássicos assim, tipo signature moves dos jogadores, né? Então comemorações clássicas. E pô, isso seria um sonho.
31:42
Imagina Pixel Hunters criando ali o mapa, é, oficial do Fortnite em nível global, né? Putz, isso é um negócio que é absurdo de pensar. E não só isso, pô. Tem marcas que fazem as campanhas em níveis-- nível global, né?
31:57
Então acho que a Nike é uma que tá esboçando entrar e, e aí assim, pô, a gente tem que começar, claro, não pode dar um passo maior que a perna, mas o sonho, né, se a gente vai-- sonhar é de graça, que nem falam.
32:11
Pô, o sonho é competir lá, eu quero competir com as empresas de, do exterior, por campanhas globais, pra fazer uma, uma Epic
32:19
featuring Ep-- sei lá, featuring algum cantor, pô, imagina, um cantor que eu já acompanho há muito tempo ou qualquer outra ação desse nível, assim, nível global eu acho que é um sonho.
32:30
Eee, mas a gente tem total capacidade pra isso, assim. A galera que cria na Pixel Hunters é incrível.
32:37
Os Klebito, pô, eu sou suspeito pra falar, né, mas o Klebito e o Drauzio, pô, são pessoas incríveis, com talentos incríveis. E vamo lá, vamo atrás. Eu, eu confio.
32:50
[riso] Xexoque, quero agradecer o bate-papo, acho que foi superlegal. É, vocês tão de parabéns, os trabalhos- Muito obrigado.
32:58
É, gente, eu particularmente também sou suspeito, porque sou jogador assíduo de Fortnite, mas ver o trabalho que vocês tão fazendo é bem legal.
33:09
Eu acho que é muito mais legal você ver, é, brasileiros fazendo um trabalho com essa qualidade. A gente sabe que a gente tem, é, potencial enorme.
33:20
Você, como publicitário, conhece o mercado, sabe que a gente tem profissionais incríveis aqui, mas é muito mais legal quando a gente vê coisas sendo produzida aqui, né?
33:30
E eu espero realmente que vocês consigam fazer em escala global. Quem sabe o próximo mapa não é da NBA, mas talvez do Brasileirão então, né? Então, imagina. Nossa, vai, vai rolar, eu, eu acredito.
33:44
[riso] Xoke, eu quero que você encerre aqui. Então, pra quem tá nos ouvindo, é, deixar um recado, convidar pra conhecer a Pixel Hunter, enfim, esse espaço é teu aí. Quero deixar pra, pra você encerrar então. Beleza.
34:01
Cara, primeiro eu queria agradecer você pelo, pelo convite aí. É um prazerzaço trocar essa ideia, é, contar um pouco de tudo que a gente tá fazendo agora e como tudo começou, assim.
34:12
É, eu acho até engraçado isso, você parar pra pensar, pô, como você foi longe assim nas co-- na, né, eu, eu rever a nossa própria trajetória é um negócio muito legal. Então muito obrigado por esse espaço pra contar isso.
34:27
Aos publicitários que nos escutam, às marcas, eu vou dar só um, um palpite do futuro, assim. Vai lançar o Criativo 2.0, né, que é uma versão aprimorada do modo criativo, muito em breve aí, que usa a Unreal Engine 5.
34:43
E as possibilidades vão ser infinitamente maiores do que elas são agora, né. Então, assim, a gente tá num momento ali de que, é, as coisas vão mudar e pra melhor.
34:54
Vai ter muito mais, é, possibilidade e tal dentro do Fortnite.
34:58
Então assim, eu, eu só convido vocês a manterem o olho aberto nesse cenário de Fortnite, de mapas criativos, porque é uma coisa que eu acho que a gente vai ouvir falar muito mais ainda. Acho que é isso.
35:10
Se vocês quiserem saber mais sobre a Pixel Hunters, tem o nosso site pixelhunters.gg, que lá a gente fala dos projetos e quem são as pessoas que estão no time e tal. E é isso. Foi um prazerzaço, cara. Muito obrigado.
35:22
Valeu, meu caro. Muito obrigado. O, os links, apesar de você ter dito, os links vão tá aqui no, na descrição do podcast. E o ouvinte, a gente se vê no próximo episódio. Até lá. Tchau.
35:36
[música de encerramento]
Com limão
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